Não é novidade para ninguém que adoro fotografia, mas o meu lugar predileto é atrás da objetiva. Prefiro ser fotógrafa a fotografada, ainda que combata frequentemente essa preferência e tenha já feito um longo caminho para evitar sentir-me desconfortável quando tenho uma câmara apontada a mim. Foi nesse sentido que o apelo da Francisca se revelou um desafio.
Tudo começou com uma publicação na qual ela sorteava três sessões fotográficas entre as pessoas que comentassem. Ora, fiz o meu comentário com uma pitada de curiosidade e outra de desportivismo porque, afinal, ganhar passatempos não é o meu forte, e posar à frente das câmaras também não.
No entanto, contra todas as probabilidades, fui contactada pela Francisca e, depois da surpresa inicial, tudo se desenrolou com naturalidade.
Neste post mostro-vos algumas fotografias da primeira parte da nossa sessão.
O olho fotográfico da Francisca não deixa enganar: ela sabia o que estava a fazer, mesmo depois de eu afirmar ser desajeitada e não saber bem o que fazer quando ela apontasse a objetiva na minha direção. A dica essencial foi estar ciente de que ela ia querer captar-me nos momentos entre a preparação e as poses, de forma a deixar as fotos mais naturais.
Assim, a descontração foi-se instalando (a pouco e pouco, claro!) e os clicks foram surgindo.
Esta foi uma experiência nova e, definitivamente, uma saída da minha zona de conforto. Apesar de, inicialmente, me sentir pouco à vontade, o facto de ir vendo as fotografias ao longo da sessão fez-me, de imediato, ficar satisfeita com os resultados.
Espero que tenham gostado tanto quanto eu!












